Por Pedro Cypriano, Fundador e Sócio-diretor da Noctua Advisory e Cyntia Carneiro, Fundadora e Sócia-diretora do FunStudio
Há poucos dias, aconteceu em Orlando a IAAPA Expo 2024, o maior evento global de entretenimento, com mais de 40 mil participantes. Muitos insights sobre produtos e soluções que inspiram projetos inovadores pelos 6 continentes, incluindo o Brasil. Entendamos o incrível mundo do lazer.
Apenas na América do Norte, há 22 mil parques e atrações
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10.458 museus e centros de ciência.
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7.019 centros de entretenimento.
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2.052 atrações naturais e/ou de aventura.
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1.108 atrações históricas/culturais.
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752 zoológicos/aquários.
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395 parques aquáticos.
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212 parques temáticos e de diversão.
Isso apenas com os empreendimentos identificados pela IAAPA. No Brasil, no estudo setorial de entretenimento realizado pela Noctua Advisory junto ao Sindepat e à Adibra, ainda não chegamos a mil atrações. Sim, estamos apenas no início do nosso potencial de desenvolvimento.
Mais de 1 bilhão de visitantes anuais nos EUA e no Canadá
No total, mais de US$ 188 bilhões de receitas anuais são geradas pela cadeia produtiva do entretenimento apenas nos Estados Unidos e no Canadá, além de um bilhão de empregos. No Brasil, faturamos R$ 8,2 bilhões e temos 128 milhões de visitantes. Não por acaso, os investimentos crescem em nosso país, pois há demanda reprimida nas capitais e em diversos destinos turísticos.
Quais oportunidades estão em discussão globalmente?
Os itens abaixo representam um pequeno recorte da multiplicidade de oportunidades em discussão no entretenimento global, segundo a pesquisa Attraction facility outlook. Em países ainda menos avançados, o universo de possibilidades é muito maior. Vejamos alguns exemplos:
Novos produtos
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Novos destinos
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Renovações e expansões
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Eventos sazonais
Otimização de receita
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Preços dinâmicos
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Upselling
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Patrocínios e parcerias
Crescimento de demanda
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Aumento de grupos
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Estímulos de marketing
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Público regional
Eficiência operacional
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Automatização e tecnologia
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Retenção de talentos
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Iniciativas de redução de custo
Storytelling, tematização, gamificação e a regra dos 3E’s
Não apenas os grandes players, como a Disney e a Universal, mas também os de médio e pequeno portes imergiram no mundo de temas, de storytelling e da gamificação. Além do cenário, estímulos à interação são cada vez mais comuns. E o objetivo é simples: trazer cada vez mais realismo ao mundo da fantasia.
Para nortear nossas criações no FunStudio, criamos a regra dos 3E’s, associando a emoção ao storytelling, o encantamento à tematização e o engajamento à gamificação. Essa é uma boa maneira de compreender e praticar os três conceitos tão importantes para a evolução da experiência. Por terras brasileiras, ainda um mar pouco navegado, com oportunidades não apenas a empresas exclusivas de entretenimento, mas também de hospitalidade, a exemplo de resorts e multipropriedades.
Mais análises?
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Noctua Advisory
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