Do básico ao estratégico: Por que o Revenue Management é a nova vantagem competitiva dos parques

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Eduardo Martin

Eduardo Martin

27/05/2025

A 3ª Edição do estudo setorial de parques e atrações turísticas traz informações e insights impactantes do setor. Nossa visão sobre elas extrapola as grandes direções e nos permite gerar insights relevantes de gestão.

Dentre eles, um dado que se destaca é o fato de parques e atrações que têm práticas avançadas de Revenue Management conquistarem maiores margens EBITDA e maiores tarifas médias.

O gráfico abaixo mostra a distribuição dos parques em 2 grupos, sem e com práticas de Revenue Management e com suas respectivas faixas de EBITDA.

 

Distribuição de EBITDA e maturidade de Revenue Management

 

Fonte: Noctua Advisory

 

Os parques e atrações que adotam estratégias de precificação têm 4 p.p. a mais de parques na faixa de EBITDA acima 40% e 9 p.p. a mais na faixa de 10% a 40%, reforçando os ganhos dessas práticas na rentabilidade do negócio.

Esse resultado é alcançado através de uma tarifa média 38% maior, aproveitando os momentos de alta demanda para gerar mais receita e estimulando demanda nos momentos de baixa.

Em relação a outras indústrias, como hotelaria e aviação, o setor de parques ainda tem muito a se desenvolver nas práticas de Revenue Management, evidenciando grandes oportunidades a serem exploradas.

 

Distribuição parques e FECs por maturidade de Revenue Management

 

Fonte: Noctua Advisory

 

O estudo setorial aponta ainda que apenas 54% dos parques e atrações turísticas têm alguma prática de Revenue Management, valor que fica em apenas 31% para as FECs (Family Entertainment Centers). Dessa forma, o avanço nas práticas de gestão estratégica de receita são uma importante fonte de vantagem competitiva para o setor.

Práticas da Noctua apontam ganhos de receita entre 10% e 15%, explorando estratégias de posicionamento de preço, flutuação tarifária e gestão integrada de variáveis como clima para gerar mais resultado.

Para os que querem explorar essa oportunidade, o desenvolvimento em Revenue Management passa pelo entendimento estratégico do comportamento da demanda e dos segmentos, criando oportunidades para diferenciar preço. Essa jornada se apoia em uma cultura de resultados e nos pilares que sustentam a atividade: pessoas, dados, processos e ferramentas.

Conheça mais do 3º edição do Estudo de Parque e Atrações Turísticas em: Link para download do estudo

 


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Eduardo Martin

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Eduardo Martin é Associate Partner da Noctua, líder da divisão de Revenue Management e Advanced Analytics. Em mais de 20 anos de trajetória profissional, especialmente na aviação, foi responsável por uma carteira de receita de R$ 20 bi ao ano, pela implantação de 10+ sistemas de RM, por 2 BIs e pela gestão de uma equipe de mais de 100 analistas e programadores com o viés de automatização de processo e geração de receita incremental.

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